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Ação traz dicas para identificar e barrar a reprodução de boatos e inverdades na internet

 

A Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) lançou neste mês a campanha “Fake News”, cujo objetivo é fazer um alerta contra a propagação de notícias falsas nas redes sociais. A campanha tem foco nas redes sociais e as peças divulgadas apresentam dicas sobre como identificar notícias falsas e proceder diante dessas situações.

“O Sistema CNDL lança esta campanha contra fake wews como alerta à sociedade para que a corrente de distribuição de notícias falsas nas redes sociais, principalmente neste momento pré-eleitoral, seja quebrada. Como representante de quase meio milhão de empresas associadas no país inteiro sabemos de nossa responsabilidade no combate ao compartilhamento e reprodução dessas inverdades”, explica o presidente da CNDL, José César da Costa.

Todos os materiais serão compartilhados com as Federações das Câmaras dos Dirigentes Lojistas (FCDLs) e Câmaras dos Dirigentes Lojistas (CDLs) para que as entidades participem ativamente da campanha. “A ideia é ter uma iniciativa ampla e alinhada ao compromisso de todo o Sistema de barrar o compartilhamento de notícias falsas”, afirma Costa.

Esforço conjunto

O combate às fake news tem se mostrado um esforço mundial. O Facebook, por exemplo, fechou acordos com agências de checagem para verificar a veracidade de informações compartilhadas na rede. No Brasil, essa parceria se dá com as agências Lupa, Aos Fatos e France Presse. Em outra frente, a empresa também luta contra perfis falsos. Em comunicado divulgado em maio, informou que este ano derrubou, em média, 6 milhões de contas falsas por dia.

Aqui no Brasil, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que o Ministério Público e a Polícia Federal passarão a integrar um Conselho Consultivo criado para estudar soluções para o tema. O grupo atuará dentro do TSE com estudos de inteligência para se antecipar à disseminação de conteúdo indevido por meio de robôs, por exemplo.

O 3º Relatório da Segurança Digital no Brasil, divulgado em maio pelo dfndr lab, laboratório de segurança da PSafe, start up desenvolvedora de aplicativos de segurança, aponta que entre janeiro e março deste ano, fake news foram acessadas mais de 2,9 milhões de vezes no Brasil. De acordo com projeções da empresa, o número de pessoas impactadas por essas notícias falsas pode chegar a 8,8 milhões de brasileiros.

Apesar de não haver tipo penal que trate da punição de quem cria boatos no Brasil, há, atualmente, 14 projetos em tramitação no Congresso Nacional nesse sentido. Desses, 13 estão na Câmara dos Deputados e um no Senado, de acordo com o Conselho de Comunicação Social do Senado.

Como identificar uma notícia falsa?

Um passo a passo simples pode evitar a propagação de notícias falsas nas redes sociais. Ao receber uma informação da qual não há certeza da veracidade, deve-se verificar se a origem é confiável e checar a data da publicação, além de conferir a URL da página e buscar outras fontes para a mesma notícia. É importante, ainda, ir além da manchete e ler a notícia na íntegra. A existência de erros ortográficos pode ajudar a identificar uma notícia falsa.

Fonte: CNDL

Os bons pagadores poderão ter acesso a taxas de juros mais atraentes e melhor negociação quando precisarem de crédito nas instituições financeiras

A cena se repete diariamente, Brasil afora. Consumidores e pequenos empresários que, hoje, sentam-se à frente de um gerente de banco em busca de um empréstimo encaram uma verdadeira via crúcis de exigências e juros difíceis de pagar. Os noticiários avisam que a Selic está em 6,5% ao ano, mas esse porcentual passa longe de quem efetivamente precisa de crédito, na ponta.

Uma das principais dificuldades para que cidadãos e empresas pequenas acessem linhas de financiamento e empréstimos é a burocracia dos bancos e das instituições financeiras, causada pela falta de informação. Na maioria das vezes, quem empresta não sabe se quem está pedindo empréstimo é um bom ou mau pagador, e por isso parte da perspectiva pessimista ao realizar suas avaliações. Ainda pouco conhecido da maioria dos brasileiros, o novo Cadastro Positivo, quando aprovado, ajudará a mudar esse quadro de burocracia, falta de flexibilidade dos prazos para pagamentos e juros altos. As propostas para alteração no atual sistema estão contidas no Projeto de Lei Complementar 441/17, que tramita na Câmara dos Deputados – como o PL recebeu ajustes em seu texto, terá de retornar para nova apreciação na sua casa de origem, o Senado Federal. A principal mudança é que todos os portadores de CPF e CNPJ do país terão suas informações sobre históricos de pagamento disponíveis nesse cadastro. Atualmente, a Lei do Cadastro Positivo (Lei 12.414/11) prevê o inverso: é preciso autorizar a entrada no banco de dados que, atualmente, conta com apenas 8 milhões de inscritos. Com a mudança, a expectativa é de que aproximadamente 130 milhões de brasileiros passem a compor o cadastro. Quem não quiser permanecer deve solicitar a retirada de seus dados, gratuitamente, até 30 dias após ser comunicado da inclusão.

O novo Cadastro Positivo terá, além de informações sobre contratação e pagamento de financiamentos e empréstimos, o histórico de uso de crediário e pagamento de contas de luz e água, por exemplo. Dessa forma, alguém que nunca pegou empréstimo no banco ou não tem cartão de crédito poderá ter seu perfil financeiro identificado pelo mercado. E os bons pagadores poderão ter acesso a taxas de juros mais atraentes e melhor negociação quando precisarem de crédito nas instituições financeiras.

O projeto de lei ainda garante a privacidade do consumidor e seu sigilo bancário. Informações sobre o local do crédito ou o que foi comprado não podem ir para o cadastro, e o cidadão terá acesso gratuito às suas informações. Será uma lei positiva e benéfica que atende a um direito do consumidor, pois terá como consequência a redução da burocracia e dos juros bancários – afinal, com a popularização do Cadastro Positivo, aquele que empresta terá mais condições de fazer uma análise mais justa e apropriada da pessoa física ou jurídica em busca de empréstimo. Para se ter uma ideia, segundo o Banco Central, atualmente 22 milhões de brasileiros têm uma pontuação baixa de crédito devido à insuficiência de informações sobre a sua capacidade de pagamento. São os “falsos negativos”: em sua maioria, bons pagadores que precisam de empréstimo, podem honrar a dívida, mas não conseguem comprovar a sua condição.

A experiência internacional mostra que o Cadastro Positivo é uma ferramenta que aumentou o acesso ao crédito e reduziu a taxa de juros nos países onde foi implementado. Temos certeza de que as mudanças propostas podem trazer grandes benefícios a todos, consumidores e empresários, democratizando o acesso às instituições financeiras e à bancarização, impulsionando a economia do país.

FONTE: CNDL

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