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Venha tirar as suas dúvidas no “Curso de Formação de Preço de Venda”, que será realizado de 19 a 21 de março para os associados da ACIF CDL Formiga.
Grande parte dos empreendedores se depara com a dificuldade de precificar os seus produtos. Mas é preciso ressaltar que quando não se consegue posicionar o preço dentro de uma condição de mercado e se tornar competitivo, os seus produtos acabam se tornando menos atrativos, reduzindo vendas e a consequente diminuição da própria operação.
É preciso prestar atenção a tantos detalhes que alguns donos de pequenas empresas acabam ficando em dúvida se o preço estabelecido é realmente justo e competitivo. Esta é uma decisão extremamente estratégica principalmente na economia atual. A forma técnica onde o preço deve contemplar todos os gastos da empresa - fixos e variáveis - e mais uma margem de lucro que remunere o empreendedor em relação ao próprio risco incorrido pelo investimento passa a ser uma referência, pois o mais importante é saber que esta precificação tem um limite no chamado ‘preço de mercado’ (preço posicionado pela maior parte dos concorrentes, o qual o consumidor está disposto a pagar com algumas oscilações de acordo com os diferenciais que proporcionados pela empresa).
Além disso, é de grande importância estar ciente que o mercado não paga pela ineficiência quando esta é colocada no preço e este se torna distante do preço de mercado sem a devida justificativa no olhar do consumidor deve nos fazer refletir sobro o nosso próprio modelo de negócios. Hoje, a nossa conta deve ter como objetivo final o preço que o mercado vende o item e o investidor ter a eficiência de se remunerar nesta condição.
Pensando nisso a ACIF CDL Formiga em parceria com o Sicoob Centro Oeste irão realizar de 19 a 21 de março, no auditório da entidade, o “Curso de Formação de Preço de Venda”, que terá como instrutor o professor e consultor administrativo da CDL de Uberlândia, Cairo Ferreira Júnior. O evento terá início às 18h30.
Ter mulheres em cargos de liderança aumenta em 21% a chance de uma empresa ter desempenho financeiro acima da média. A descoberta é de um estudo da consultoria McKinsey lançado no dia 23 fevereiro. Para o estudo, “Delivering Through Diversity” (“Entregando por Meio da Diversidade”), foram consideradas 1007 empresas em 12 países, com várias métricas de diversidade e de desempenho financeiro. Pesquisa semelhante em 2014 trazia resultado menos significativo: naquela época, empresas com executivas nas suas equipes eram 15% mais propensas a ter uma performance mais elevada.
Apesar dessa tendência, a McKinsey relembra que a participação das mulheres entre líderes empresariais ainda é pequena. Mesmo as empresas com maior índice de diversidade têm apenas 10% de mulheres no seu corpo executivo, contra 1% entre as que estão nas últimas posições.
A pesquisa também mostra que, no geral, companhias no último quadrante de diversidade de gênero e cultural tiveram probabilidade 29% menor de atingir lucratividade acima da média do que as outras empresas. “Elas não apenas estavam fora da liderança como também se mostraram muito atrás”, escreve a pesquisa.
Por localidade, a Austrália tem a melhor performance em diversidade de gênero, com mulheres ocupando 21% dos cargos de liderança. Logo em seguida aparecem os Estados Unidos, com 19%, e Reino Unido, com 15%. Em termos de posições nos conselhos, a Austrália mantém a liderança, com 30%. Nos EUA, são 26%, e no Reuno Unido, 22%.
Fonte: New Trade
Algumas datas especiais são responsáveis por mais de 30% do faturamento da empresa. Saiba como pode ser simples se destacar.
O cliente é a chave para o sucesso de uma empresa, é quem permite a sobrevivência dos negócios. Por isso, nada mais justo do que uma data dedicada a ele, como o Dia Mundial do Consumidor, comemorado em 15 de março. Apesar de pouco divulgada, é uma data que pode render um bom faturamento. Em geral, datas especiais são responsáveis por mais de 30% do faturamento da empresa, por isso é importante trabalhá-las e chamar atenção dos clientes.O planejamento é fundamental para alavancar as vendas em diversas ações, pincipalmente em datas comemorativas, que são fixas e sempre rendem um interesse de compra por parte do cliente. Confira algumas dicas:
Fonte:revistapegn.
O evento será realizado no dia 08 de março em homenagem ao dia internacional da mulher.
A ACIF CDL Formiga e Sicoob Centro-Oeste realizarão no dia 08 de março o evento “Mulheres que inspiram”, com a participação da Coach Valéria Oliveira.
Além de comemorar o Dia Internacional da Mulher, o evento tem como objetivos estimular o desempenho profissional e integrar mulheres empresárias empreendedoras, fortalecer atuação da classe empresarial feminina em Formiga, que vem fazendo a diferença na atuação em seus segmentos, e destacar os múltiplos papéis de profissional, mãe, esposa, filha e dona de casa, desempenhados pelas mulheres na sociedade.
O evento acontecerá no Espaço Barão às 19h30 e tem como público alvo todas as mulheres associadas à ACIF CDL Formiga. O evento será finalizado com uma apresentação musical do cantor Diney.
Informações e reserva de vagas sobre o evento pelo email:O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou pelo telefone 3321-4033.
Elimine papéis desnecessários, organize a bagunça, descubra com o que você anda desperdiçando seu tempo e dificulte o acesso às coisas que causam distração.
Em um mercado cada vez mais dinâmico, exigente e competitivo, manter um nível elevado de produtividade é diferencial para o sucesso das organizações. Mas não é fácil atingir esse objetivo. Muitas vezes, bons profissionais são sabotados pela má gestão do tempo, prejudicando sua produtividade e impactando nos resultados das empresas.
Então, como reconhecer se você está pecando no planejamento de suas horas de trabalho e minando sua produtividade?
Existem alguns sinais: você corre o dia todo para fazer o que precisa e cumprir com suas responsabilidades e, no final do dia, percebe que ainda ficaram muitas pendências? Está sempre sem tempo e/ou cansado? Fica ansioso ao ver a quantidade de tarefas a fazer no dia? Então, possivelmente, você está com problemas na sua gestão do tempo.
Isso serve também para seus colaboradores. Muitas vezes, você contrata um profissional competente, habilidoso e comprometido, mas sente que ele não está gerando os resultados que esperava? Pode ser que ele esteja com problemas para gerenciar seu tempo.
Ladrões de tempo
Sabe aquele profissional que parece ter tempo para tudo? Trabalha, estuda, frequenta a academia, cumpre as tarefas domésticas, cuida dos filhos e ainda arruma tempo para ler? Pois é, o dia dele também tem 24 horas! A diferença está na forma que ele administra sua vida e suas atividades, por ordem de prioridades. Normalmente essas pessoas são excelentes em gestão de tempo e sabem como dizer não aos “ladrões do tempo” – pequenos eventos que acontecem diariamente e tiram nosso foco do trabalho: problemas e urgências de outras pessoas, procrastinação, redes sociais, aplicativos de conversa pelo telefone, conversas paralelas ou pensamentos aleatórios no local de trabalho.
Os ladrões do tempo minam a produtividade porque geram um nível de distração capaz de desviar seu foco do trabalho.
Como gerir melhor meu tempo?
Os primeiros passos são:
Elimine papéis desnecessários, organize a bagunça, descubra com o que você anda desperdiçando seu tempo e dificulte o acesso às coisas que causam distração. Colocar o celular dentro de uma gaveta, por exemplo, pode evitar que você fique checando sempre que aparece uma nova notificação na tela.
Anote as coisas que não conseguiu fazer por falta de tempo. Se a lista ficou muito grande, é hora de reestabelecer prioridades!
Equilíbrio é fundamental
A disciplina pode garantir sua produtividade, mas é preciso também separar algumas horas para a família, o lazer, cuidar da saúde, relaxar. Se esforce para gerir seu tempo, mas não se esqueça que o equilíbrio é a palavra-chave. Tempo é dinheiro, mas tem coisas que o dinheiro não compra.
Fonte:sescon
Estudo traça o perfil dos desempregados brasileiros: maioria tem filhos, ensino médio completo e, em média, 34 anos. 61% estão dispostos a ganhar menos que no último emprego; 34% atuavam no setor de serviços e 33% no comércio.
Ainda que o cenário de recessão econômica esteja finalmente no fim, com a maioria dos indicadores mostrando melhora, o número de brasileiros à espera de uma oportunidade de emprego ainda é alto e acumulava 12,3 milhões de pessoas ao final de 2017. A pesquisa “O desemprego e a busca por recolocação profissional no Brasil”, realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais mostra que o tempo médio de desemprego já chega a 14 meses entre os entrevistados, maior do que o observado em 2016, quando girava em torno de 12 meses.
O estudo mostra o seguinte perfil dos desempregados: 59% são do sexo feminino, com média de idade de 34 anos; 54% têm até o ensino médio completo, 95% pertencem às classes C/D/E e 58% têm filhos, a maioria menor de idade. Entre os que já tiveram um emprego antes, 34% atuavam no segmento de serviços, enquanto 33% no setor de comércio e 14% na indústria. A média de permanência no último emprego foi de aproximadamente dois anos e nove meses.
No último emprego, 40% dos desempregados possuíam carteira assinada, 14% eram informais e 11% autônomos ou profissionais liberais. Já 8% dos desempregados atuais estão buscando a primeira oportunidade profissional. “Tudo aponta para um cenário de recuperação no mercado de trabalho, mas este ainda é um movimento tímido e que, no momento, permanece concentrado na informalidade, o que implica em contratações sem carteira assinada e atividades feitas por conta própria”, avalia o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro.
“As pessoas sabem que não podem ficar esperando em casa pelo reaquecimento do mercado e por isso buscam por alternativas de sobrevivência. Porém, informalidade também implica em fragilidade. O trabalhador que atua nessas condições não tem proteção e está sujeito às variações do mercado. Por isso, é importante informar-se e buscar a formalização”, indica o presidente. De acordo com Pellizzaro, uma atividade feita por conta própria pode, por exemplo, encaixar-se na modalidade MEI – microempreendedor individual. “Com ela é possível ter CNPJ, emitir nota fiscal e contribuir para a aposentadoria, dentre outras possiblidades”.
Segundo o levantamento, dentre aqueles que já tiveram algum emprego antes, 67% já haviam ficado desempregados anteriormente e 32% nunca haviam passado por esta situação. Mais da metade (57%) conhecem alguma outra pessoa que também está desempregada ou que teve de fechar sua empresa nos últimos três meses.
Em 56% dos casos, os entrevistados afirmam terem sido desligados da empresa, mas outros 17% garantem ter pedido demissão e 14% alegam que foi feito um acordo.
Dentre os que foram demitidos, a maioria alega causas externas, principalmente ligadas à crise econômica, como redução de custos por parte da empresa para lidar com os efeitos da crise (35%), redução da mão de obra ociosa (12%) e o fechamento da empresa (11%). Levando em conta apenas os que pediram demissão, a principal razão apontada foi algum problema de saúde (15%), seguido da insatisfação com o salário (13%) e do desejo de poder dedicar mais tempo à família (11%).
Perguntados sobre o tipo de oportunidade desejada pelos desempregados, 46% preferem os postos com carteira assinada, enquanto 29% mencionam qualquer vaga, independente do formato.
61% dos desempregados estão dispostos a ganhar menos que no último emprego
A pesquisa do SPC Brasil e da CNDL mostra que seis em cada dez desempregados (61%) estão dispostos a ganhar menos do que recebiam no último emprego – uma queda em relação ao ano passado (68%).
As principais justificativas nestes casos são que o que importa atualmente é voltar ao mercado de trabalho (23%) e arrumar um emprego para pagar as despesas (22%). Por outro lado, 39% não estão dispostos a receber menos, sendo a razão mais citada o fato de encararem o salário menor como regressão profissional (19%), seguido da possibilidade de ser difícil voltar ao patamar salarial que possuía antes (13%).
O levantamento revela que, considerando aqueles que têm sido chamados para entrevistas desde que estão desempregados (40%), 56% chegaram a recusar alguma proposta, sendo que 18% o fizeram porque a remuneração ou benefícios eram insuficientes, enquanto 13% alegam que o local era muito distante de casa.
Entre os desempregados, 66% estão procurando emprego, sendo que a média do tempo de procura por empregos é de quase 10 meses. Outros 25% estão recorrendo a fontes alternativas de renda enquanto não encontram emprego e 9% estão esperando por algo, porque procuraram uma oportunidade de trabalho por muito tempo sem sucesso. A grande maioria (78%) sente que tem condições de conseguir um emprego, sendo que os principais motivos são ter uma boa experiência profissional (40%), preencher cadastro em sites de empregos (27%) e ler com frequência jornais e sites de empregos em busca de vagas (27%).
53% estão confiantes em conseguir emprego nos próximos 3 meses
De acordo com o levantamento, cerca de 25% dos desempregados afirmam estar em busca de capacitação profissional para conseguir oportunidades melhores e 53% estão confiantes de que vão conseguir uma oportunidade nos próximos três meses. A expectativa média de que consigam um emprego é de pouco mais de quatro meses.
Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, conseguir um novo emprego é mais que recolocar a vida profissional nos trilhos, “é ter a chance de recuperar hábitos cotidianos, poder adquirir produtos e serviços e desfrutar de pequenas comodidades – coisas das quais muitos brasileiros, em maior ou menor grau, tiveram de abrir mão nos últimos tempos em virtude das dificuldades financeiras”.
As principais prioridades após conseguir um emprego serão voltar a consumir produtos que gosta como roupas, sapatos, eletrônicos (51%), retornar ao padrão de compra no supermercado que tinham antes (47%) e voltar a realizar atividades de lazer como saída a bares e restaurantes (46%).
Os dados mostram também que os desempregados estão divididos quanto o futuro do desemprego no Brasil em 2018: 31% acreditam que o desemprego irá aumentar, 31% que irá continuar igual e 24% que irá diminuir.
“Ainda que a recuperação da economia já esteja em curso, o futuro permanece incerto para milhões de brasileiros que aguardam nova oportunidade de trabalho, seja para retomar suas carreiras, seja simplesmente para pagar as contas e voltar a consumir, reassumindo, aos poucos, o padrão de vida que tinham antes do desemprego”, analisa a economista.
41% dos desempregados que possuem família são os principais responsáveis pelo sustento da casa; 28% tiveram algum conflito familiar
Além de investigar o perfil e o comportamento dos desempregados na busca por uma recolocação, a pesquisa analisou o impacto do desemprego no contexto familiar. Para isso, algumas perguntas foram focadas nos desempregados que não moram sozinhos: 34% deles garantem que há pelo menos mais uma pessoa sem trabalho na casa onde vivem.
Cerca de 87% desses desempregados ouvidos contribuíam financeiramente para as despesas da casa quando tinham um emprego, sendo que 41% eram ou ainda são os principais responsáveis e 29% não eram o principal responsável, mas continuam a ajudar de alguma forma.
Por consequência do desemprego, 28% tiveram algum conflito familiar, sendo que os principais motivos foram a discordância quanto aos gastos da casa (13%) e brigas por causa da divisão do pagamento das contas (12%).
Já 34% garantem que o desemprego motivou outras pessoas da casa, que antes não trabalhavam, a trabalhar ou fazer bicos. Em casos mais agravantes, 16% destes entrevistados afirmaram que após a perda do emprego algum integrante da família precisou interromper os estudos para trabalhar e ajudar nas despesas de casa.
Metodologia
A pesquisa buscou traçar o perfil do desempregado brasileiro e o impacto no processo de recolocação profissional no mercado. Foram entrevistados pessoalmente 600 brasileiros desempregados acima de 18 anos, de ambos os gêneros e de todas as classes sociais nas 27 capitais. A margem de erro geral é de 4,0 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.
Fonte: SPC Brasil